Grupo Comportamental - Eurico Flores
segunda-feira, novembro 16, 2009
Apresentação da Actividade Integradora Grupo Comportamental
Para visualizar trabalho do grupo comportamental - Liderança, Link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYNTlmNmNhZGEtNWI3My00ZmJiLWE0NjUtMzhiMjFiZDkyNTc1&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYNTlmNmNhZGEtNWI3My00ZmJiLWE0NjUtMzhiMjFiZDkyNTc1&hl=en
Apresentação da Actividade Integradora Grupo Comportamental
Para visualizar trabalho do Grupo Comportamental - Gestão de comflitos, link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYOGI4M2RmMjYtMjBkNC00M2UxLTlhZGMtNDczM2M3OTM3YWU3&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYOGI4M2RmMjYtMjBkNC00M2UxLTlhZGMtNDczM2M3OTM3YWU3&hl=en
Apresentação da Actividade Integradora Grupo Ambiental
Para visualizar trabalho do Grupo Ambiente, link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYMjI5MzA5NmEtYmIwOC00MDFlLWE0YzgtZjM3ODA5ODgyMDkw&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYMjI5MzA5NmEtYmIwOC00MDFlLWE0YzgtZjM3ODA5ODgyMDkw&hl=en
Apresentação da Actividade Integradora Grupo HST
Para visualizar trabalho do Grupo Higiene e Segurança no Trabalho, link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYODAwODRmOWYtNDYzMS00MzczLWI0MjAtMGUxNGNkOThkOTA2&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYODAwODRmOWYtNDYzMS00MzczLWI0MjAtMGUxNGNkOThkOTA2&hl=en
Apresentação da Actividade Integradora Grupo Alimentar
Para visualizar trabalho Segurança Alimentar, link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYZTAwOTA4NmUtODU4OC00ZjNkLWJiMDctYWRiYThkNDk4Mjcz&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYZTAwOTA4NmUtODU4OC00ZjNkLWJiMDctYWRiYThkNDk4Mjcz&hl=en
Apresentação da Actividade Integradora Grupo Alimentar
Para visualizar trabalho Grupo Segurança Alimentar (HACCP) Link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYNjgwYTYxMDYtNWYyOC00MWYyLThkNDItZTZlNjlkMTNmOTJk&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYNjgwYTYxMDYtNWYyOC00MWYyLThkNDItZTZlNjlkMTNmOTJk&hl=en
quinta-feira, novembro 12, 2009
Para visualizar apresentação do grupo Qualidade, click link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYNTkwZTUzMjMtNGFlMi00OWNiLWJmOTQtODNlNjc5Mjk4OGVi&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYNTkwZTUzMjMtNGFlMi00OWNiLWJmOTQtODNlNjc5Mjk4OGVi&hl=en
Para ver apresentação do grupo Qualidade (Técnicas preventivas)click no link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYN2JkNzJhOTAtNzVmOC00MGViLWI2NjgtZDlmOTdjYTkzNDVi&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYN2JkNzJhOTAtNzVmOC00MGViLWI2NjgtZDlmOTdjYTkzNDVi&hl=en
segunda-feira, novembro 09, 2009
Apresentação pública do Blog jornalqualidade III
Trabalhos de STC_7
Para visulizar os trabalhos da turma no âmbito do módulo STC_7 link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYY2ViZGMxN2MtMzdmMS00ZmY3LWEwYTMtN2MxYmZhNDQ2YmZl&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYY2ViZGMxN2MtMzdmMS00ZmY3LWEwYTMtN2MxYmZhNDQ2YmZl&hl=en
Os cinco principios da Segurança Alimentar
Os cinco principios da segurança alimentar link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYZTE1OTA4M2QtNTBiOS00NzM2LWE4MzQtYTljY2VhOTg4Yjkz&hl=en
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYZTE1OTA4M2QtNTBiOS00NzM2LWE4MzQtYTljY2VhOTg4Yjkz&hl=en
quarta-feira, novembro 04, 2009
Ambiente - 5Rs


Sabe quanto tempo a Natureza demora a absorver os detritos?
- Jornais, de 2 a 6 semanas.
- Embalagens de papel, de 1 a 4 semanas.
- Frutas, 3 meses.
- Guardanapos de papel, 3 meses.
- Pontas de cigarro, 2 anos.
- Fósforos, 2 anos.
- Pastilhas elásticas, 5 anos.
- Nylon, 30 a 40 anos.
- Sacos e copos de plástico, 200 a 450 anos.
- Lata de alumínio, 100 a 500 anos.
- Tampas de garrafas, 100 a 500 anos.
- Pilhas, 100 a 500 anos.
- Garrafas e frascos de vidro ou plástico, indeterminado.
Cada 50 kg de papel reciclado poupa o corte de uma árvore. A reciclagem de uma tonelada de plástico economiza 130 kg de petróleo.
Ambiente - Poluição V
Poluição Sonora

Consequências:

Medidas a tomar:
- Redução do ruído na fonte emissora
- Uso de protectores nos ouvidos.
- Em festas colocar o som com o volume adequado ao "ambiente" evitando-se o volume alto.
- As zonas de diversão/animação como discotecas e bares deverão estar afastadas das áreas de residência.
Ambiente - Poluição III

A poluição atmosférica resulta da emissão de gases poluentes ou de partículas sólidas na atmosfera.
Os efeitos sobre a saúde humana reflectem-se sobre o sistema respiratório podendo provocar doenças crónicas como:
- Asma
- Bronquite
- Infecções nos pulmões
- Cancro do pulmão, etc.
A maior parte da poluição atmosférica vem de:


Consequências:
O aumento da temperatura global tem como consequências:
O aumento da temperatura global tem como consequências:

Medidas a tomar:
- Incentivo e melhora do transporte público para reduzir a emissão de gases poluentes pelos veículos automóveis.
- Incentivo à utilização de novas tecnologias e estabelecimentos de limites de qualidade do ar ambiente.
- Incentivo à permanência de florestas naturais.
Ambiente - Poluição II
Poluição Hídrica
A poluição das águas tem sido um problema para a nossa sociedade.
Parte da poluição do mar é muito visível por espuma, um brilho oleoso à superficie, água atulhada de lixo doméstico.
Mas grande parte é invisível.

O esgoto (residencial ou industrial) não tratado é uma das causas da poluiçãodas águas.
A água poluída pode causar graves danos à saúde humana como febre tifóide, cólera, disenteria, meningite e hepatites A e B.
A solução é tratar o esgoto produzido antes de lança-lo nos rios ou nos mares.
A poluição das águas tem sido um problema para a nossa sociedade.
Parte da poluição do mar é muito visível por espuma, um brilho oleoso à superficie, água atulhada de lixo doméstico.
Mas grande parte é invisível.

O esgoto (residencial ou industrial) não tratado é uma das causas da poluiçãodas águas.
A água poluída pode causar graves danos à saúde humana como febre tifóide, cólera, disenteria, meningite e hepatites A e B.
A solução é tratar o esgoto produzido antes de lança-lo nos rios ou nos mares.
Ambiente - Poluição I

Poluição é a libertação de elementos, radiações, vibrações, ruídos e substâncias ou agentes contaminantes num ambiente, prejudicando os ecossistemas biológicos ou os seres humanos.
Quais são os tipos de poluição?
Embora existam diversos tipos de poluição, apenas irei falar dos seguintes :
- Poluição Hídrica
- Poluição Atmosférica
- Poluição do Solo
- Poluição Sonora
Higiene e Segurança no Trabalho VIII
PLANTAS DE EMERGÊNCIA SIMBOLOGIA
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VANTAGENS DO PLANO DE EMERGÊNCIA
1. Identifica os perigos.
2. Estabelece cenários de acidentes para os perigos identificados.
3. Define princípios, normas e regras de actuação gerais face aos cenários possíveis.
4. Organiza os meios de socorro e prevê missões que completem cada um dos intervenientes.
5. Permite desencadear acções oportunas, destinadas a minimizar as consequências de um sinistro.
6. Evita confusões, erros, atropelos e a duplicação de actuações.
7. Prevê e organiza antecipadamente a evacuação e intervenção.
8. Permite rotinar procedimentos, os quais poderão ser testados, através de exercícios de simulação.
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VANTAGENS DO PLANO DE EMERGÊNCIA
1. Identifica os perigos.
2. Estabelece cenários de acidentes para os perigos identificados.
3. Define princípios, normas e regras de actuação gerais face aos cenários possíveis.
4. Organiza os meios de socorro e prevê missões que completem cada um dos intervenientes.
5. Permite desencadear acções oportunas, destinadas a minimizar as consequências de um sinistro.
6. Evita confusões, erros, atropelos e a duplicação de actuações.
7. Prevê e organiza antecipadamente a evacuação e intervenção.
8. Permite rotinar procedimentos, os quais poderão ser testados, através de exercícios de simulação.
Higiene e Segurança no Trabalho VII
PLANO DE EMERGÊNCIA
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O QUE É?
Um plano de emergência é um documento que representa a sistematização de um conjunto de normas e regras de procedimento, destinadas a minimizar os efeitos das possíveis ocorrências de situações de risco que possam vir a acontecer, gerindo, de uma forma optimizada, os recursos disponíveis.
Logo, um plano de emergência é um instrumento simultaneamente preventivo e de gestão operacional.
EXEMPLOS DE PLANOS DE EMERGÊNCIA
• Plano Municipal de Emergência
• Plano de Emergência do Estádios Municipais
• Plano de Emergência Interno de Indústrias
• Plano de Emergência Interno de Escolas
• Plano de Emergência Interno de Hospitais
• Plano de Emergência Interno de ETAR
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O QUE É?
Um plano de emergência é um documento que representa a sistematização de um conjunto de normas e regras de procedimento, destinadas a minimizar os efeitos das possíveis ocorrências de situações de risco que possam vir a acontecer, gerindo, de uma forma optimizada, os recursos disponíveis.
Logo, um plano de emergência é um instrumento simultaneamente preventivo e de gestão operacional.
EXEMPLOS DE PLANOS DE EMERGÊNCIA
• Plano Municipal de Emergência
• Plano de Emergência do Estádios Municipais
• Plano de Emergência Interno de Indústrias
• Plano de Emergência Interno de Escolas
• Plano de Emergência Interno de Hospitais
• Plano de Emergência Interno de ETAR
terça-feira, novembro 03, 2009
Higiene e Segurança no Trabalho VI
HIGIENE & SEGURANÇA NO TRABALHO

ACIDENTES DE TRABALHO
EVOLUÇÃO DA SINISTRALIDADE LABORAL AO LONGO DOS TEMPOS
Nos últimos 10 anos houve uma melhoria mas por outro lado, a exposição a riscos físicos no local de trabalho, as perturbações músculo-esqueléticas e a fadiga, causada pela intensificação do trabalho e por práticas mais flexíveis de emprego, têm vindo a aumentar (Fundação Europeia, 2001).
Quais as razões para que em Portugal os valores da incidência dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais sejam superiores à média europeia?
As razões são diversas e estão há muito referenciadas:
Em primeiro lugar aponta-se a falta de instrução/formação dos trabalhadores portugueses, dos quais 79% apenas têm quatro anos de escolaridade;
Instalações fabris inadequadas às tarefas a desempenhar (pouco ergonómicas, pouco seguras e propensas à exposição de riscos químicos e físicos);
Depois, a falta de contratação de técnicos e serviços de empresas de "higiene e segurança do trabalho", por parte dos empregadores e organismos (públicos, privados e cooperativos);
Finalmente, a escassez de médicos do trabalho.
É esta realidade, são estes números, que todos temos a responsabilidade e o dever de reduzir.
ACIDENTES DE TRABALHO
EVOLUÇÃO DA SINISTRALIDADE LABORAL AO LONGO DOS TEMPOS
Nos últimos 10 anos houve uma melhoria mas por outro lado, a exposição a riscos físicos no local de trabalho, as perturbações músculo-esqueléticas e a fadiga, causada pela intensificação do trabalho e por práticas mais flexíveis de emprego, têm vindo a aumentar (Fundação Europeia, 2001).
Quais as razões para que em Portugal os valores da incidência dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais sejam superiores à média europeia?
As razões são diversas e estão há muito referenciadas:
Em primeiro lugar aponta-se a falta de instrução/formação dos trabalhadores portugueses, dos quais 79% apenas têm quatro anos de escolaridade;
Instalações fabris inadequadas às tarefas a desempenhar (pouco ergonómicas, pouco seguras e propensas à exposição de riscos químicos e físicos);
Depois, a falta de contratação de técnicos e serviços de empresas de "higiene e segurança do trabalho", por parte dos empregadores e organismos (públicos, privados e cooperativos);
Finalmente, a escassez de médicos do trabalho.
É esta realidade, são estes números, que todos temos a responsabilidade e o dever de reduzir.
Higiene e Segurança no Trabalho V
O RETRATO PORTUGUÊS
Evolução dos Acidentes de Trabalho no Sector da Construção Civil em Portugal
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Fonte: IGT, 2000; 2001
Neste gráfico vemos que o sector da construção civil tem vindo a assistir a uma diminuição da sinistralidade laboral na ordem dos 9,34% (passando-se de 58.886 acidentes em 1990, para 51.448 em 2000).
No que diz respeito, à sinistralidade mortal, em termos globais, os valores registados no final da década são sensivelmente os mesmos do início da década :
155 mortes em 1990 para 132 em 2000.
Evolução dos Acidentes de Trabalho no Sector da Construção Civil em Portugal
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Fonte: IGT, 2000; 2001
Neste gráfico vemos que o sector da construção civil tem vindo a assistir a uma diminuição da sinistralidade laboral na ordem dos 9,34% (passando-se de 58.886 acidentes em 1990, para 51.448 em 2000).
No que diz respeito, à sinistralidade mortal, em termos globais, os valores registados no final da década são sensivelmente os mesmos do início da década :
155 mortes em 1990 para 132 em 2000.
Higiene e Segurança no Trabalho IV
ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS DE 2005 A 2009
(informação actualizada a 31 de Julho de 2009)

TODO O ACIDENTE TEM PELO MENOS UMA CAUSA
Sendo assim, os acidentes podem ser evitados ou minimizados investigando as suas causas e eliminando-as.
Podemos então dizer que os acidentes são acontecimentos previsíveis e portanto passíveis de ser prevenidos.
As causas dos acidentes podem classificar-se em:
Causas Humanas
Causas Materiais
Causas Ambientais
CAUSAS HUMANAS
Fisiológicas Psicológicas
Idade
Diminuição física para as funções
Falha súbita de um órgão ou função
Fadiga, impossibilidade de concentração
Habituação a tóxicos
Emotividade
Negligência ou Distracção
Falta de motivação
Rotina
Falta de domínio social
Predisposição para o risco
Zelo excessivo
CAUSAS MATERIAIS CAUSAS AMBIENTAIS
Trabalho de risco evidente e perigosamente elevado
Instalações mal concebidas
Ferramentas inadequadas à função
Órgãos de comando dos equipamentos não adaptados às características do operador
Dispositivos técnicos ou mecânicos complexos
Inexistência de protecção de máquinas
Existência de elementos químicos, físicos e biológicos
Iluminação deficiente
Excesso ruído dentro e fora das instalações
Existência emissões poluentes
Insolação/ Humidade
Espaços confinados
Armazenamento inadequado
Stress térmico
(informação actualizada a 31 de Julho de 2009)

TODO O ACIDENTE TEM PELO MENOS UMA CAUSA
Sendo assim, os acidentes podem ser evitados ou minimizados investigando as suas causas e eliminando-as.
Podemos então dizer que os acidentes são acontecimentos previsíveis e portanto passíveis de ser prevenidos.
As causas dos acidentes podem classificar-se em:
Causas Humanas
Causas Materiais
Causas Ambientais
CAUSAS HUMANAS
Fisiológicas Psicológicas
Idade
Diminuição física para as funções
Falha súbita de um órgão ou função
Fadiga, impossibilidade de concentração
Habituação a tóxicos
Emotividade
Negligência ou Distracção
Falta de motivação
Rotina
Falta de domínio social
Predisposição para o risco
Zelo excessivo
CAUSAS MATERIAIS CAUSAS AMBIENTAIS
Trabalho de risco evidente e perigosamente elevado
Instalações mal concebidas
Ferramentas inadequadas à função
Órgãos de comando dos equipamentos não adaptados às características do operador
Dispositivos técnicos ou mecânicos complexos
Inexistência de protecção de máquinas
Existência de elementos químicos, físicos e biológicos
Iluminação deficiente
Excesso ruído dentro e fora das instalações
Existência emissões poluentes
Insolação/ Humidade
Espaços confinados
Armazenamento inadequado
Stress térmico
Higiene e Segurança no Trabalho III
MEDIDAS PREVENTIVAS
1) Análise dos acidentes de trabalho para determinação das causas e focos de risco para posterior intervenção;
2) Avaliação das condições de segurança dos locais de trabalho, dos equipamentos e dos procedimentos;
3) Elaboração de recomendações para a eliminação e/ou controlo das situações de risco;
4) Tratamento estatístico dos acidentes de trabalho;
5) Acções de formação/informação específicas.
Higiene e Segurança no Trabalho II
Cadeia de sobrevivência

A cadeia é composta pelos elos que permitem salvar vítimas de paragem cardio-respiratória, cada um dos elos é vital para que o resultado possa ser uma vida salva. É fundamental pedir ajuda, accionando de imediato o sistema de emergência médica, para isso é necessário, o inicio do suporte básico de vida, ganhar tempo, manter a oxigenação e circulação (perfusão cerebral), até ao SAV (suporte avançado de vida), que é essencial para garantir a continuação do tratamento adequado e a sua estabilização. Cada minuto que passa, reduz em 10% as possibilidades de sobrevivência

A cadeia é composta pelos elos que permitem salvar vítimas de paragem cardio-respiratória, cada um dos elos é vital para que o resultado possa ser uma vida salva. É fundamental pedir ajuda, accionando de imediato o sistema de emergência médica, para isso é necessário, o inicio do suporte básico de vida, ganhar tempo, manter a oxigenação e circulação (perfusão cerebral), até ao SAV (suporte avançado de vida), que é essencial para garantir a continuação do tratamento adequado e a sua estabilização. Cada minuto que passa, reduz em 10% as possibilidades de sobrevivência
Higiene e Segurança no Trabalho I
Posição lateral de segurança
Os procedimentos recomendados a cumprir a seguir são:
• Retirar os óculos da vítima e objectos nos bolsos que possam magoar
• Ajoelhar-se ao lado da vítima e esticar-lhe as pernas
Existem também alguns cuidados a ter:
• Se houver necessidade de manter a PLS (posição lateral de segurança) por mais de 30 minutos a posição deve ser desfeita e refeita para o lado contrário
• Se a vítima está inconsciente e respira, é preciso prevenir a aspiração do vómito

Os procedimentos recomendados a cumprir a seguir são:
• Retirar os óculos da vítima e objectos nos bolsos que possam magoar
• Ajoelhar-se ao lado da vítima e esticar-lhe as pernas
Existem também alguns cuidados a ter:
• Se houver necessidade de manter a PLS (posição lateral de segurança) por mais de 30 minutos a posição deve ser desfeita e refeita para o lado contrário
• Se a vítima está inconsciente e respira, é preciso prevenir a aspiração do vómito
segunda-feira, novembro 02, 2009
Comportamental - Liderança II
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Para atingir a maturação em liderança há atitudes que são muito úteis:
- Responsabilidade;
- Iniciativa;
- Autoconfiança:
- Orientação para o cliente;
- Orientação para os resultados;
- Rigor;
- Cooperação;
- Abertura à mudança;
- Prazer no trabalho;
- Humildade.
. Liderar não é uma tarefa simples, pelo contrário liderar exige paciência, disciplina, humildade, respeito e compromisso, pois a organização é como um ser vivo, dotado de colaboradores dos mais variados tipos.
Apesar de a liderança ser importante para a gerência e estreitamente relacionada com ela, liderança e gerência não são o mesmo conceito. Planeamento, orçamento, controlo, manutenção da ordem, desenvolvimento de estratégias e outras actividades fazem parte da gerência. Gerência é o que fazemos. Liderança é quem somos.
Uma pessoa pode ser um gerente eficaz, um bom planeador e um gestor justo e organizado e, mesmo assim, não ter as capacidades de um líder; ou simplesmente pode ocorrer o contrário. Uma pessoa pode ser um gerente ineficaz, porém, em contrapartida, ter as habilidades necessárias para um bom líder.
Em suma, liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas, a habilidade de motivar e influenciar os liderados para que contribuam, voluntariamente, da melhor forma com os objectivos do grupo ou da organização.
- Responsabilidade;
- Iniciativa;
- Autoconfiança:
- Orientação para o cliente;
- Orientação para os resultados;
- Rigor;
- Cooperação;
- Abertura à mudança;
- Prazer no trabalho;
- Humildade.
. Liderar não é uma tarefa simples, pelo contrário liderar exige paciência, disciplina, humildade, respeito e compromisso, pois a organização é como um ser vivo, dotado de colaboradores dos mais variados tipos.
Apesar de a liderança ser importante para a gerência e estreitamente relacionada com ela, liderança e gerência não são o mesmo conceito. Planeamento, orçamento, controlo, manutenção da ordem, desenvolvimento de estratégias e outras actividades fazem parte da gerência. Gerência é o que fazemos. Liderança é quem somos.
Uma pessoa pode ser um gerente eficaz, um bom planeador e um gestor justo e organizado e, mesmo assim, não ter as capacidades de um líder; ou simplesmente pode ocorrer o contrário. Uma pessoa pode ser um gerente ineficaz, porém, em contrapartida, ter as habilidades necessárias para um bom líder.
Em suma, liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas, a habilidade de motivar e influenciar os liderados para que contribuam, voluntariamente, da melhor forma com os objectivos do grupo ou da organização.
Comportamental - Liderança I

A liderança é um processo relacional, descrito como essencial para a realização de todas as pessoas nele envolvidas.
Só pode ser líder a pessoa que entende que a relação que mantém com os outros é essencial para atingir os seus objectivos.
Um bom líder deve transferir responsabilidades para os seus colaboradores, havendo com esta transferência ganhos mútuos: a economia de tempo, associado a não ser o próprio a realizar as tarefas; o desenvolvimento dos colaboradores, que se tornarão assim mais competentes para lidar com o mercado de forma eficaz.
Valorizar acima de tudo o desenvolvimento próprio e dos colaboradores, confiar na capacidade humana de aprender constantemente, trabalhar com afinco para a melhoria de competência na equipa, e orientar para o objectivo comum, são os pontos de partida para o caminho interminável da aprendizagem ao longo da vida.A humildade do líder é uma das formas de chegar a uma maior qualidade de trabalho em equipa, só quem assume que aprende com os outros e assume que não é senhor da verdade consegue ser um bom líder. «Essa é a condição humana, precisarmos dos outros para nos apercebermos das nossas próprias limitações».
Só pode ser líder a pessoa que entende que a relação que mantém com os outros é essencial para atingir os seus objectivos.
Um bom líder deve transferir responsabilidades para os seus colaboradores, havendo com esta transferência ganhos mútuos: a economia de tempo, associado a não ser o próprio a realizar as tarefas; o desenvolvimento dos colaboradores, que se tornarão assim mais competentes para lidar com o mercado de forma eficaz.
Valorizar acima de tudo o desenvolvimento próprio e dos colaboradores, confiar na capacidade humana de aprender constantemente, trabalhar com afinco para a melhoria de competência na equipa, e orientar para o objectivo comum, são os pontos de partida para o caminho interminável da aprendizagem ao longo da vida.A humildade do líder é uma das formas de chegar a uma maior qualidade de trabalho em equipa, só quem assume que aprende com os outros e assume que não é senhor da verdade consegue ser um bom líder. «Essa é a condição humana, precisarmos dos outros para nos apercebermos das nossas próprias limitações».
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