sexta-feira, outubro 30, 2009
Qualidade - QFD IV

Consegue-se com tal tipo de abordagem: Diminuir as taxas de insucesso no lançamento de novos produtos; Aumentar a eficácia do próprio processo de desenvolvimento (menores custos e duração do ciclo de lançamento); Encaminhar as decisões de forma a obter produtos ganhadores, capazes de encontrar os clientes e superar concorrentes.
Qualidade - QFD III

Consiste em ouvir e compreender as expectativas e necessidades dos clientes, através da realização de entrevistas exploratórias e abertas a um grupo de pessoas, seleccionadas pela riqueza de informação que se pensa poderem vir a fornecer.
Transformação das vozes em requisitos do cliente
As vozes recolhidas na etapa anterior apresentam-se, por vezes, de forma ambígua e pouco precisa. Através de um processo de tradução semântica é possível converter agora as vozes em requisitos do cliente, enunciados de forma clara e objectiva.
Análise e estruturação dos requisitos
Não é viável conceber um produto ou serviço que satisfaça de modo completo todas as necessidades identificadas. Importa por isso estabelecer prioridades, com base na importância atribuída aos diversos requisitos identificados. Para além da forma e intensidade com que os vários requisitos contribuem para a satisfação do cliente, pode nesta fase efectuar-se uma análise de Kano e/ou construir-se um Diagrama de Afinidades de requisitos.
Emergência do conceito de produto
Atingida esta fase, é necessário recorrer a técnicas que permitam gerar e avaliar conceitos de produto. De entre estas, tem-se revelado especialmente eficaz na emergência criativa de um conceito de produto a metodologia de Pugh, que se baseia num processo iterativo, através do qual, a partir de uma gama alargada de conceitos alternativos, se converge para um conceito vencedor face a todos os outros, frequentemente bastante inovador e peculiar.
Qualidade - QFD II

Em traços gerais, a aplicação do QFD envolve a construção de um conjunto de matrizes, das quais a mais utilizada é vulgarmente designada como "Casa da Qualidade" (ou matriz de planeamento). Nesta matriz (Figura 1), encontramos nas linhas as necessidades dos clientes (requisitos dos clientes) e nas colunas a resposta desenvolvida pela equipa de trabalho no sentido de satisfazer tais necessidades. A "Casa da Qualidade" contém ainda outras submatrizes (ou "Quartos") que permitem aferir o posicionamento relativamente à concorrência, evidenciando os aspectos a optimizar para se obter um produto ou serviço de elevado valor acrescentado.
Qualidade - QFD I

Como se tratava de um problema que dizia respeito à visão estratégica de industrialização do Japão, o governo solicitou aos professores universitários para que criassem um sistema que assegurasse que cada etapa do processo de construção estivesse efectivamente ligada a uma particular exigência do cliente. Foi então que, sob a liderança dos professores Shigeru Mizuno e Yoji Akao, surgiu o QFD, que durante muitos anos ficou conhecido como a Voz do Cliente.
Assim, esta técnica teve a sua origem no Japão, tendo sido aplicada formalmente pela Mitsubishi em 1972. Chegou aos EUA em 1984 pela implementação na Ford e na Xerox . Este conceito pode ser aplicado em diversos sectores empresariais, como a indústria, os serviços, a educação ou a saúde.
Permite entender as necessidades e os requisitos dos clientes (consumidores) para os incorporar nos requisitos do produto ou serviço prestado. Numa primeira fase transforma-se os requisitos do cliente em características de qualidade do produto ou serviço. Posteriormente desenvolvem-se as actividades necessárias para garantir que o produto final vai de encontro à qualidade requerida.
quarta-feira, outubro 28, 2009
Segurança Alimentar - Boas práticas de Higiene
Segurança Alimentar - Truques para uma Ceia de Natal sem bactérias
Comportamental - Trabalho de Grupo - Portugal
http://docs.google.com/fileview?id=0ByyAqMGlu_WYYWFmMDg1MmQtZDA0OC00YmJmLWIzNDctNTZkNzE2N2RmYzMw&hl=en
segunda-feira, outubro 26, 2009
Sistemas da Qualidade
Questões fundamentais no desenvolvimento de um processo de Qualidade numa organização:
1) Fixação dos Objectivos
2) Cultura de uma Organização
3) Exemplaridade da Direcção
4) Importância do simbolismo
- Missão estratégica da Empresa
- Definição da Qualidade
- Política da Qualidade
- Conselho da Qualidade
- Distinções ligadas à Qualidade
- Custos da não-qualidade
5) Sistema de valores empresarial e de Qualidade
- Valores – (é o conjunto de regras, ideias e convicções, que caracterizam uma empresa e que têm tendência a ser duráveis, de longo prazo, persistindo no tempo ás mudanças pontuais desligadas de enquadramento.
Nova definição da Qualidade
sexta-feira, outubro 23, 2009
Ambiente - Energias Renováveis VII
Energia Solar
A energia do Sol pode ser convertida em energia ou ser utilizada como fonte calorífica, como por exemplo os painéis solares, foto voltaicos ou térmicos para aquecimento do ambiente ou de água;
Energia Eólica
A energia dos ventos que pode ser convertida em energia através de turbinas eólicas ou aerogeradores
Energia Hídrica
A energia da água dos rios, das e marés e que pode ser convertida em energia eléctrica, com recurso por exemplo ao caudal armazenado nas barragens.
Energia Geotérmica
A energia da terra pode ser convertida em calor para aquecimento do ambiente ou da água.
Porque a TERRA é a nossa CASA.
Ambiente - Energias Renováveis VI

Vantagens da energia eólica
É uma fonte de energia segura e renovável;
Não polui;
Suas instalações são móveis, e quando retirada, pode-se refazer toda a área utilizada;
Tempo rápido de construção (menos de 6 meses);
Recurso autónomo e económico;
Cria-se mais emprego.
Desvantagens da energia eólica
Impacto visual: sua instalação gera uma grande modificação da paisagem;
Impacto sobre as aves do local: principalmente pelo choque delas nas pás, efeitos desconhecidos sobre a modificação de seus comportamentos habituais de migração;
Impacto sonoro: o som do vento bate nas pás produzindo um ruído constante (43dB). As casas do local deverão estar, pelo menos, a 200m de distância.
Ambiente - Energias Renováveis V

A energia eólica é a energia que provém do vento. O termo eólico vem do latim aeolicus, relativo a Éolo, deus dos ventos na mitologia grega.
A energia produzida pelo vento é um recurso energético natural que pode ser aproveitado com um investimento reduzido, é especialmente rentável em locais com muito vento.
A utilização da energia eólica na matriz energética global mostra-se como uma das mais importantes opções para a geração de energia limpa e sustentável possibilitando assim uma melhor qualidade de vida para as futuras gerações da sociedade.
Ambiente - Energias Renováveis IV

A energia hídrica é uma fonte de energia renovável muito usada em todo o mundo. Através deste tipo de energia evita-se o uso de combustíveis fósseis e, além disso, as barragens permitem um armazenamento de grandes massas de água doce.
1 e 2 - A água dos rios é cercada por uma grande parede de cimento chamada barragem que forma um grande lago ou represa.
3 e 4 – Da barragem saem tubos por onde corre a água que é levada para a fábrica de produção de energia.
5 e 6 - A água cai com muita força dentro dos tubos e movimenta máquinas chamadas turbinas.
7 e 8 – As turbinas possuem palhetas ou pás que rodam rapidamente e produzem energia. Essa força faz funcionar uma máquina chamada gerador que produz electricidade.
9 e 10 – A electricidade passa pelos transformadores. Destes saem cabos e linhas que levam a energia eléctrica para as casas, hospitais, ruas, fábricas, etc.
Ambiente - Energias renováveis II
Designação dada à energia proveniente do sol, essencialmente sob a forma de luz. Somente 40% da energia total solar pode ser utilizada pelo homem. O Sol é uma fonte de energia limpa e gratuita.
Energia Fotovoltaica
É o resultado da conversão directa da energia solar em energia eléctrica através do efeito fotovoltaico.
Energia Térmica
Ao contrário da fotovoltaica a energia térmica é utilizada para aquecimento, de águas sanitárias, águas de piscina e aquecimento de espaços.
Portugal tem condições excelentes para o aproveitamento solar, pelo que a utilização de colectores solares permite poupar na conta de energia e é melhor para o ambiente. Apenas em 20 minutos, chega à Terra tanta energia, como a que toda a humanidade consome durante um ano.
Os colectores solares são equipamentos que recebem a energia proveniente do Sol, concentrando-a e transformando-a em energia térmica, permitindo assim aquecer a água que circula no seu interior.
Os colectores solares, como o próprio nome indica, usam a luz solar (directa ou difusa) para armazenar energia calorífera para depois ser utilizada, em geral para o aquecimento de águas.
A mais comum das tecnologias de aproveitamento da energia solar térmica activa é o colector solar. Existem vários tipos de colectores:
Colector plano
Este tipo de colector é o mais comum e destina-se à produção de água quente a temperaturas inferiores a 60 ºC. Este é formado por: cobertura transparente, placa absorsora e caixa isolada.
Ao fazer circular o fluido térmico através dos tubos dos colectores, retira-se calor destes podendo aproveitar este calor para aquecer um depósito de água.
Colectores concentradores
São colectores de alta temperatura (acima de 70ºC). e de alta eficiência, usados para o aquecimento de fluidos (em altas temperaturas consegue-se atingir temperaturas acima dos 400º). Geralmente possuem um ou dois eixos de rotação de forma a poderem captar as radiações solares de uma forma mais rentável a qualquer altura do dia.
Esta é uma desvantagem, pois o mecanismo de controlo para fazer o colector seguir a trajectória do sol, é bastante dispendioso e complicado, para além de só permitir a captação da radiação directa.
CPC ou colectores concentradores parabólicos
O desenvolvimento da óptica permitiu muito recentemente a descoberta de um novo tipo de concentradores, chamados CPC, que combinam as propriedades dos colectores planos com a capacidade de produzirem temperaturas mais elevadas (>70ºC), como os concentradores convencionais do tipo de lentes.
A aplicação deste tipo de colectores é no aquecimento de águas sanitárias e também para uso industrial.
Colectores de tubo de vácuo
Estes consistem geralmente em tubos de vidro transparente cujo interior contêm tubos metálicos (absorvedores).
A atmosfera interior dos tubos livre de ar o que elimina as perdas por convenção os de tubo de vácuo, elevando assim o rendimento a altas temperaturas devido a menores coeficientes de perda a eles associados.
Têm como principal aplicação o aquecimento de águas para uso doméstico e podem auxiliar no aquecimento de uma habitação.
Ambiente - Energias Renováveis I

Todo desenvolvimento requer o uso de energia.
No entanto, só há desenvolvimento sustentável com energia vinda de fontes renováveis, ou seja, aquelas que não consomem combustíveis e não produzem resíduos prejudiciais, e, quando bem planeadas, não geram consequências para o meio ambiente. Representa uma solução sustentável, uma vez que o material activo na maioria são os mais abundante na superfície terrestre.
As energias renováveis dividem-se em:
Ambiente - Visita à Lipor
No passado dia 2 de Julho de 2009, realizamos uma visita de estudo a Lipor incorporada no módulo de química ambiental.
A visita foi muito interessante, alargamos os conhecimentos sobre os processos de reciclagem e adquirimos novos conhecimentos que desconhecíamos e não fazíamos a mínima ideia de como é tão simples e complexo ao mesmo tempo o processo de reciclagem.
Começamos a visita pelo centro de triagem que tem uma capacidade de 35 000 toneladas por ano e procede a uma separação complementar, fazendo a triagem dos materiais provenientes da deposição selectiva, enfardando-os depois e acondicionando-os para posteriormente serem vendidos a diversas indústrias recicladoras em Portugal e Espanha.
Fomos ainda informados das diversas actividades e projectos de iniciativa e incentivo á reciclagem e benefícios que daí podemos tirar, desde as hortas nas escolas (criação de hortas biológicas nas escolas dos Municípios associados), a horta da Formiga (compostagem caseira), recuperação paisagística de diversos locais, etc.
No fim da visita saímos a pensar que podemos fazer muito mais pelo meio ambiente, como reutilizar o que ainda pode ser aproveitado, colocar as embalagens recicláveis nos ecopontos, evitar produtos descartáveis, e valorizar o que aparentemente já não serve para nada.
Durante a visita fomos acompanhados pelo Formador Engenheiro Hélder Pereira, foi a primeira visita realizada ao fim de 10 meses de formação.
Qualidade - Ferramentas VI
Qualidade - Ferramentas V
Qualidade - Ferramentas IV
Diferenciando-se dos demais no mercado, pela sua associação de funções, tais como:
- Uma velocidade alta para remoção de placa.
- Velocidade baixa para massagem de gengivas;
- Jactos de água;
- Desenho avançado e ergonómico;
- 30 000 Movimentos por segundo.
Para alcançar este progresso, foi realizado um estudo de mercado, cujos, resultados foram sintetizados através do método de afinidades.
Qualidade - Ferramentas III
Qualidade - Ferramentas II
Qualidade - Ferramentas I

Reconhecimento Internacional
Empresa Portuguesa na área de produtos de higiene corporal obtém sucesso internacional com a atribuição do prémio de inovação e excelência.
Este prémio reconhece todo o esforço e desempenho, aposta na qualidade e melhoria contínua do sistema e processos.
A empresa comercializa produtos de alta qualidade, certificados, hipoalergénicos e com design arrojado. Tem como principais produtos: - Escova de dentes; Corta unhas e tesouras; Escovas e pentes; Espelhos; Esponjas e puffs.
Qualidade - Visita ao ISEP
Na primeira parte da visita visitamos o laboratório de Ensaios Mecânicos, onde observamos ensaios destrutivos e não destrutivos. Nos ensaios destrutivos vimos os ensaios de dureza Vickers, o ensaio de Impacto e o ensaio de tracção.
O primeiro ensaio de dureza Vickers (Durómetro) onde foram feitos ensaios de dureza em provetes de aço.
No ensaio de impacto, chamou-nos particularmente a atenção para a questão do desastre do Titanic que afinal não terá sido só pelo impacto com o iceberg mas porque os materiais não teriam sido testados a temperaturas tão baixas como às que de facto foi sujeito.
Por último, nos ensaios destrutivos, assistimos ao de tracção, em que o provete é deformado por alongamento até atingir a ruptura. Este ensaio permite conhecer a reacção do material ao esforço de tracção e quais os limites de resistência.
Em seguida fomos visitar o Laboratório de Metalografia onde tivemos oportunidade de ver um microdurómetro, que é utilizado para medir a dureza de vários constituintes muito pequenos dos materiais (micro partículas) no caso observado prelite e grafite.
A visita foi muito útil. Ficamos com percepção de que um simples produto tem sempre que ser estudado e ensaiado.
HST - Visita a Salvador Caetano
Procedemos a visita guiada á linha de estrutura de chassis, as estufas de pinturas, a linha de montagem, verificando os Pontos e as Portas da Qualidade. Visitamos ainda a oficina de saída de viaturas BUS prontas.
Foi interessante e gratificante ver no terreno os pontos que aprendemos teoricamente em sala de formação.
Só nos foi permitido registar fotografias no exterior das instalações, que aqui seguem para recordação!
Fica o nosso agradecimento ao Grupo Salvador Caetano pela disponibilidade e recepção!
Os Formandos de Técnicas da Qualidade
Apresentação do Grupo

Iniciamos o Curso no dia 8 de Setembro de 2008 nas instalações da Junta de Freguesia de Pedrouços sobre a orientação do IAFE Instituto de Informação, Apoio e Formação Empresarial. Ao longo deste tempo trabalhamos muitas matérias, o que vamos apresentar é uma ínfima amostra dos trabalhos em relação aos conhecimentos que adquirimos ao longo deste tempo. De uma coisa temos absoluta certeza, é que o país está mais rico de conhecimento e sabedoria.